Asinado por máis de 50 xuristas, avoga pola abolición deste tipo de penas, ante a preocupación polos xuízos continuos a persoas relacionadas coa queima de imaxes dos reis.
Imaxe da campaña 'Jo també cremo la corona espanyola'
Máis de medio cento de xuristas asinaron este manifesto (en .pdf e en catalán) que pide a despenalización das inxurias á coroa. O texto preséntase esta sexta feira nos Colexios de Avogados de Barcelona, Valencia, Palma de Mallorca e Alzira (Valencia), promovido polos letrados Jordi Busquets e Joana Martí, e conta co apoio de entidades como a Comisión de Defensa dos Dereitos da Persoa do Colexio de Avogados de Barcelona e a Asociación Catalá de Xuristas Demócratas de Lleida.
O documento recolle a preocupación deste grupo de avogados polos xuízos continuos a persoas relacionadas coa queima de imaxes da monarquía española, unha "sobreprotección" á familia real que, segundo os asinantes deste texto, "rompe coa igualdade constitucional", ademais de ser unha "limitación directa do exercicio da liberdade de expresión".
O propósito dos impulsores deste manifesto é fomentar o debate. Por isto lle pediron á decana do Colexio de Barcelona, que distribúa o texto a todos os colexiados do través dos órganos correspondentes.
E os juristas galegos também vam assinar a favor da liberdade de expressom?
..."rompe coa igualdade constitucional"....hahahaha, que bom!!!!!
a istes vagos de professom, nom se lhes pode dizer rem, que para iso som os que gastam os nossos cartos como lhes pete....
...verdade leti
Lembrade que o goberno lexítimo era a República, que o socio de Hitler tomó o poder e nomeó a este rei, estando o lexítimo goberno no exilio, o cal antes de disolverse rexeitó as eleccións por fraudulentas. ¿ Que autoridade teñen os delincuentes ? Ninguhna.
Se aínda por riba de facer o que queren, temos que ir tamén ó cárcere ou pagar multas por queimares fotos da familia real, xa facemos bastante con non obrigalos a saír da Zarzuela.
A música deste vídeo está bem. Se gostas dela, será delito?
http://br.youtube.com/watch?v=...
TELEVISÔES PORTUGUESAS NA GALIZA SIM
Galiza é dos Galegos o não dos colonizadores/ocupantes castelhanos.
As televisões portuguesas na Galiza é um direito dos galegos e Espanha não está a cumprir a directiva da União Europeia nesse sentido.
Dá aos galegos mais alternativas de informação e programas em geral.
Contribui para a recuperação do nosso idioma nativo.
Aumenta a cultura dos galegos como galegos.
Possibilita que os galegos vivendo como galegos possam superar a cultura castelhana na Galiza.
È uma arma das mais poderosas para transformar os galegos para pensarem melhor em galego.
Os portugueses (são descendentes de galegos) mantiveram a herança da nossa cultura galega que nos foi roubada pelos castelhanos a partir do século XVI e até hoje não nos foi devolvida.
Televisões portuguesas na Galiza já.
Galiza é uma Nação esteja livre independente ou ocupada.
Espanha não é nação é uma espécie de iuguslávia quando morreu Tito tudo acabou. Galiza nunca acaba Espanha sim depende da conjuntura política.
Galiza é dos Galegos.
Espanha não é uma nação simplesmente é um Estado feito pela força com a nação castelhana a ocupar outras nações. Não há nacionalismo espanhol, há mercenarismo é diferente de nacionalismo. Interesses materiais e não patriótas. Por exemplo os isolatas vivem disso os reintegratas são simplesmente patriótas.
Tal como a EX-Jugoslávia mais tarde ou mais cedo Espanha acabará. Ficará Castela com as outras nações vizinhas.
Galiza ocupada ou livre será sempre uma Nação. Espanha não.
Na Ex-Jugoslávia bastou o marchal Tito morrer para que a colonização da Sérvia sobre as outras nações acabasse.
Em Espanha o que é necessário?
Noutros tempos só era preciso uma padeira na GALIZA outra na CATALUNHA e outra no PAÌS BASCO com a “RAÇA” de Brites de Almeida filha de Galegos e nascida no Algarve - Portugal.
Hoje está tudo na mão dos políticos no caso da GALIZA nos políticos GALEGOS.
Segue-se a história da padeira filha de galegos que contribuiu para a solidificação da libertação de uma parte do reino da Galiza (Portugal).
A padeira Brites de Almeida (de origem galega) não foi uma mulher vulgar. Era nacionalista, grande, com os cabelos crespos e muito forte. Não se enquadrava nos típicos padrões femininos e tinha um comportamento masculino. Nasceu em Faro (Algarve) Portugal, de família pobre e humilde de ORIGEM GALEGA. O Reino de Portugal tinha sido fundado só há 240 anos e os portugueses sentiam-se ainda galegos.
Mais do que nacionalismo português havia um sentimento contra Castela e Leão pelo facto de pouco tempo antes os independentistas galegos terem sido esmagados por exércitos desses reinos.
Para o povo português a derrota castelhana em Aljubarrota para além de ser decisiva para Portugal representava um ajuste de contas com Caslela e Leão pelo que tinham feito aos irmãos independentistas galegos. E a oportunidade de destruir o exército castelhano.
O dia 14 de Agosto de 1385 amanheceu com a notícia da invasão de Portugal pelo exército castelhano constituído por mais de 30000 homens criando as condições para a batalha de Aljubarrota. A padeira Brites de Almeida não conseguiu resistir ao apelo da sua natureza. Pegou na primeira arma que achou e juntou-se ao exército português que só com 6500 homens já incluindo 300 arqueiros ingleses naquele dia derrotou o invasor castelhano que tinha um poderoso exército com mais de 30000 homens incluindo castelhanos, franceses e genoveses. Depois da derrota castelhana chegou a casa cansada mas satisfeita, despertou-a um estranho ruído: dentro do forno estavam sete castelhanos escondidos. Brites pegou na sua pá de padeira e matou-os logo ali. Tomada de zelo nacionalista, liderou um grupo de mulheres que perseguiram os fugitivos castelhanos que ainda se escondiam pelas redondezas. Conta a história que Brites acabou os seus dias em paz junto do seu marido lavrador mas a memória dos seus feitos heróicos ficou para sempre como símbolo da independência de Portugal. A pá foi religiosamente guardada como estandarte de Aljubarrota por muitos séculos, fazendo parte da procissão do 14 de Agosto.
A Batalha de Aljubarrota foi uma entre muitas que o invasor castelhano foi derrotado e humilhado em Portugal. Versão castelhana indesmentível: http://es.wikipedia.org/wiki/B...
No fim da batalha nenhum comandante português ficou ferido. Dos 5 comandantes castelhanos 2 foram mortos( Juan de Rye e Pedro Álvarez Pereyra), 2 ficaram gravemente feridos e prisioneiros ( Pero López de Ayala e Gonzalo Nuñez de Guzmán ) e 1 (o Rei D. Juan I de Castela) fugiu gravemente ferido, beneficiando da clemência do Rei de Portugal. O rei D. Juan de Castelha ostentou falsamente o título de Rei de Portugal sem nunca o ter sido porque nunca foi aclamado pelo povo nem em cortes e foi derrotado militarmente pelos portugueses. Morreram mais de 10000 homens do lado castelhano (em 2004 um historiador espanhol diz sem fundamento que só morreram 3000) e 6000 foram presos. A certeza é que dos mais de 30000 homens do exército comandados por D. Juan I de Castela que invadiram Portugal só menos de um terço voltam. Chegaram a casa só menos de 7000 homens muito feridos. Dois (2) rios na zona de Aljubarrota ficaram entopidos com os corpos mortos das tropas castelhanas. O povo matava todos os soldados castelhanos que debaixo de humilhação tentavam fugir até que o Rei de Portugal pediu clemência ao povo pelos derrotados para que alguns podessem partir. Só este pedido de clemência do Rei português que o povo obedeceu, permitiu o regresso de menos de 7000 dos derrotados onde se incluia o Rei D. Juan de Catela após humilhação popular. Das mãos da padeira Brites de Almeida foi salvo e feito presioneiro o comandante castelhano Pero López de Ayala já com dentes, pernas e braços partidos, quase sem vida, pelo exército português que o queria vivo para dar informações e ser peça de negociação da paz definitiva. Na sociedade machista da época a humilhação foi tão grande que os castelhanos se dividiram em duas explicações, uns diziam que Brites de Almeida não era uma mulher normal tinha grandes mãos com seis dedos em cada uma, outros que tinha sido um sonho ou uma lenda. A verdade é que a biografia desta mulher está documentada desde o nascimento até à sua morte. A grande superioridade numérica de nada valeu aos castelhanos. Nesta batalha morreu a élite do exército castelhano, fidalgos e nobres dos mais importantes. Foi decretado luto em Castela por 2 anos.
Deste facto histórico temos de tirar conclusões:
Os portugueses só com 6500 homens ganharam contra um exército com mais de 30000 porque usaram a inteligência. Quando o Rei de Portugal sobe da invasão estava à mesma distância de Aljubarrota que as forças castelhanas e ainda teve de reunir as tropas. Teve a inteligência de empurrar os castelanos para o melhor local para os portugueses vencerem a batalha e conseguiu. Ou seja conduziu a guerra desde o início.
Com este facto histórico não se pretende insentivar a violência mas a inteligência. Hoje não é com guerras ou guerrilha que a Galiza conquistará a sua autodeterminação conforme está consagrado na carta das Nações Unidas. Os patriótas galegos têm meios políticos e económicos para inverter esta situação de forma à Galiza deixar de ser um território colonizado onde a vontade castelhana prevalece. É só usar a INTELIGÊNCIA.
E as injurias que a coroa garante que os espanholistas fazem há séculos aos galegos na sua própria Pátria?
Quem julga? São séculos de desrespeito por um povo e uma nação.
Não sou integrata nem isolata sou simplesmente galego, mas inoja-me a submissão castelhana. Sou um anti-colonialista.
Denuncio o castrapo que é um portunhol, uma mistura de galego-português com castelhano, que foi adoptado pela Real Academia Galega e que visa colonizar o idioma galego nativo para o converter numa variante do castelhano.
Dou a minha opinião sempre com a esperança de contribuir para abrir os olhos dos galegos que vivem fechados num ambiente colonialista castelhano já há séculos.
Peço a todos os galegos para contribuirem para pressionar os políticos a libertar a Galiza da colonização cultural, por forma a viabilizar uma região galega e não castelhana.
http://es.youtube...
Para isso no fim de todos os comentários devem escrever sempre a seguinte mensagem:
GALIZA CEIBE
1 Galego nativo escrito na norma universal como único idioma oficial na Galiza.
2 Entrada como membro de pleno direito na lusofonia.
3 Recepção imediata em canal aberto das televisões portuguesas na Galiza.
Só com estas condições a Galiza terá progresso em galego e será respeitada no mundo.
#11 Gaviotero o totalitarismo do colonialismo castelhano não será o culpado de todos os problemas?
Se os portugueses depois de destroirem o exercito espanhol versão castelhana: http://es.wikipedia.org/wiki/B...
Ocupassem Castela, hoje era o Gaviotero o terrorista nacionalista totalitário castelhano.
É melhor ficar calado e respeitar os patriótas das nações ocupadas.
GALIZA CEIBE
1 Galego nativo escrito na norma universal como único idioma oficial na Galiza.
2 Entrada como membro de pleno direito na lusofonia.
3 Recepção imediata em canal aberto das televisões portuguesas na Galiza.
Só com estas condições a Galiza terá progresso em galego e será respeitada no mundo.
A língua a que este artigo se refere é nada mais nada menos que um único idioma: o galego-português. Esse idioma é conhecido internacionalmente como português mas todos sabem que é também falado pelos galegos da Galiza. A modalidade que é imposta aos galegos de hoje é uma deturpação lingüística, um idioma híbrido de galego e castelhano, o que se chama popularmente de castrapo. Um crime cultural feito pelo Estado Espanhol através da RAG. As vítimas pagam a realização desse crime com os seus impostos. Aqueles que defendem a volta do galego às suas raízes livres de castelhanismos são chamados preconceituosamente de lusistas. Ao passo que os que defendem a modalidade deturpada do idioma são chamados de isolacionistas, visto que não vêem como bons olhos uma aproximação do galego com seu "filho" o português. É imperioso ressaltar que os ditos lusistas ou reintegracionistas não querem a anexação da Galiza a Portugal e sim a revigoração e preservação do galego-português para que dentro de algumas décadas este não se venha a tornar unicamente mais uma variedade de castelhano. Salvar o idioma nativo e materno dos galegos não é somente uma questão lingüística mas também uma questão de preservação de toda uma cultura de muitos séculos, mesmo milenar . Se tem dúvida ouça estas falas http://br.youtube.com/watch?v=... Abraços do Brasil.
GALIZA CEIBE
1 Galego nativo escrito na norma universal como único idioma oficial na Galiza.
2 Entrada como membro de pleno direito na lusofonia.
3 Recepção imediata em canal aberto das televisões portuguesas na Galiza.
Só com estas condições a Galiza terá progresso em galego e será respeitada no mundo.
Depois da coroa tanto ter privado os galegos das suas origens e idioma quase nada se perdeu. Foram três séculos de proibição do galego na Galiza.
Quem duvida que o galego é idioma internacional?
Depois de proibido na Galiza durante três séculos quase nada perdeu da sua originalidade:
http://br.youtube...
O nosso idioma está vivo na Galiza e recomenda-se.....
#17 Eu diria assim:
Depois da Coroa tanto ter privado os galegos das suas origens e idioma quase nada se perdeu. Foram três séculos de proibição do galego na Galiza. O galego foi a segunda literatura medieval mais importante quando o castelhano/espanhol nem de dialecto era classificado.
Quem duvida que o galego é ainda um idioma internacional?
Depois de proibido na Galiza durante três séculos quase nada perdeu da sua originalidade:
http://br.youtube...
O nosso idioma está vivo na Galiza e recomenda-se.....é preciso ser muito espanholista para não reconhecer que o português e o galego são o mesmo idioma tanto no século IX como no século XXI. Contra o castrapo da RAG e pela recuperação total da língua nativa da Galiza. São mais de 250 milhões de pessoas em todos os Continentes que falam nosso idioma nativo.
Pedido dos nacionalistas a todos os galegos que transmitissem esta mensagem no fim de um comentário.
GALIZA CEIBE
1 Galego nativo escrito na norma universal como único idioma oficial na Galiza.
2 Entrada como membro de pleno direito na lusofonia.
3 Recepção imediata em canal aberto das televisões portuguesas na Galiza.
Só com estas condições a Galiza terá progresso em galego e será respeitada no mundo.
A Galiza é reconhecida como Nação IRMÃ e estimada em Portugal.
Anxo Quintana e o Presidente da Republica de Portugal Cavaco Silva
http://br.youtube.com/watch?v=...
Quando será que o Estado espanhol deixa os galegos participarem nos jogos da lusofonia?
Veja o exemplo da China: http://br.youtube...
Uma das primeiras mentiras da constituição do estado espanhol, é que todos somos iguais perante a lei.
quero vivir sem currar e que o pague o pais
e poder veranear no pazo real ...foda-se eu quero ser rei
Portugal e Galiza têm uma origem comum. A sul do rio Douro os portugueses/galegos com a reconquista cristã das terras aos mouros extenderam-se até ao sul com esta cultura milenária comum.
CULTURA COMUM GALEGO-PORTUGUESA
http://br.youtube...
Xa dixen eiquí algunha vez; e agora volto a repetir; que non concordo que a xefatuta de calquera estado veña imposta pola vía vaxinal. Detrás diste virá o outro. Agora, tamén engado que tampouco se pode impor por vía dixital; caso do actual. Por que non lle aplican a lei de extranxeiría a raíña? E por enriba diso temos que pagarlles todos os seus despilfarros. Eiquí mesmo saiu a nova de que para a familia Real non había crise. Por se fora pouco, seica a ex do Marichalar gaña 200.000.-€ por facer non sei que cousas. Os carrachos zugan aínda bastante menos.!!