No evento participarán personalidades da vida cultural, universitaria e política de Galiza, e representantes da Academia das Ciências de Lisboa e da Academia Brasileira das Letras.
A vindeira segunda feira, 6 de outubro, a partir das 9:30 horas, no Centro Galego de Arte Contemporánea (CGAC), en Compostela, desenvolverase a sesión inaugural da Academia Galega da Língua Portuguesa (AGLP), entidade que, presidida polo profesor José-Martinho Montero Santalha, se constituíu legalmente o pasado 20 de setembro.
Quedan, deste xeito, cumpridas as arelas da Associação Cultural pró AGLP, a Associaçom Galega da Língua (Agal) e da Associação de Amizade Galiza-Portugal e de varias persoas (entre eles avogados, docentes, editores, empresarios ou escritores), que durante anos pelexaron porque esta institución fose creada. "É un feito único como non vai acontecer outro nos vindeiros 50 anos", díxolle a Vieiros Ângelo Cristóvão, presidente da Associação Cultural pró AGLP, quen estivo presentando esta Academia na Assemblea da República, o pasado mes de abril, xunto co presidente da Agal, Alexandre Banhos.
Un amplo e simbólico programa
O programa inaugural está cheo de actividades. Xa dende pola mañá darase a coñecer a listaxe de académicos e académicas fundadoras, despois farase unha homenaxe floral aos Galegos Ilustres, que descansan en San Domingos de Bonaval, acompañados de música tradicional, con algunhas pezas como o Himno do Batallón Literario.
Polas 10:30 horas presentarase oficialmente a Academia no CGAC, coas intervencións do escritor mozambicano João Craveirinha; o vicepresidente da Classe de Letras da Academia das Ciências de Lisboa, o profesor Artur Anselmo; o profesor Malaca Casteleiro, tamén da ACL; o profesor Evalindo Bechara, da Academia Brasileira de Letras; o reitor da Universidade Aberta, Carlos Reis; o vicerreitor da USC e presidente da Associação Internacional de Lusitanistas, Elías Torres; o secretario xeral de Relacións Institucionais da Xunta, Xoán Antón Pérez Lema, o presidente da Academia e catedrático de Lingua e Literatura Galega da Universidade de Vigo, Montero Santalha; e o presidente Associação Cultural pró AGLP, Ângelo Cristóvão.
Despois deste acto presentarase o primeiro número do Boletim da AGLP, onde se inclúe, entre outras cousas, a primeira parte da suite para guitarra "Deu-la-deu", composta por Rudesindo Soutelo especialmente para a AGLP. Esta peza interpretarase acto seguido, ademais de varias composicións para guitarra nun concerto que pechará o acto de presentación oficial desta Academia.
Sem dúvida que é um momento histórico para a Galiza!
Parabéns!!!
E logo nom era que na(s) nossa(s) normativa(s) os nomes dos meses começavam com maiúsculo? No cartaz dos académicos vejo "outubro". Nom afirmo nada, limito-me a consultar cos usuários umha dúvida que tenho.
Por outra banda, e falando dumha postura reintegracionista, nom concordo muito com isso de utilizar o português padrom. Menos ainda no léxico, claro é. Penso que a direcçom ajeitada é limpar o nosso idioma de contaminaçons por contacto co espanhol, nom convertê-lo em lisboeta.
Saúde e língua para toda a gente que as aprezar.
E isso de chamar a nossa língua de português... Enfim, estamos a lhe dar argumentos ao separatismo-isolacionismo (assimilaçom linguística, sonhos de anexom política...) O eÑe nom o podo ver diante, mas para mim a língua sempre será galego, porque nasceu na Gallaecia.
De todos os jeitos, parabéns à nova Academia. Pensemos como galegos da Galiza na Galiza.
Amaeo, essa do "lisboeta", com o novo acordo ortográfico, já não cola, nem com super cola 3. A normativa agora é de toda a lusofonia.
No Acordo os meses vão com minúscula, Amaeo.
#3 Não se trata de chamar à nossa língua português. O galego é português. O galego/português nasceu na Galiza. Não podemos ter complexos de sermos os pais do português.
A Galiza só recuperando a sua língua nativa tem futuro no mundo.
Viva a autoestima galega, como perder a paternidade dun idioma e aínda por riba apluidir... incrible, así nos vai.
#7 Anti Lusista:
Quem joga apenas no plano simbolico nom tem poder nem o tera nunca. Acho que a Academia, em primeira instancia, esta pensada para agir fundamentalmente no plano internacional (nom para competir com o que ja existe em terceira regional). E, nesse contexto, o que se esta a fazer (incluida a eleiçom do nome) é o mais inteligente que se podia ter feito. Evidentemente, o nacionalismo de cortelho nom o entende nom.
Pero e que en todo caso Academia da Lingua Galaico-Portuguesa, e non Portuguesa soamente porque entón non temos conciencia nin como povo, nin como nación, nin temos autoestima ningunha perante dun feito que é obxectivo, a lingua naceu neste país, na Galiza dende que se tivo conciencia de falarmos unha lingua distinta, plena idade media aprox, o nome foi galego, e segue sendo galego, e portugués foi despois da independencia daquel reino, de aí lingua galaico-portuguesa. Por iso non soporto a Banhos, non polo feito de ser reintegrata.
#9 Eu estou dacordo contigo (agas nas alusoes pessoais). Mas cada cousa no seu momento e no seu contexto. O nome da academia servira (esta a servir, de facto) melhor aos seus objectivos a curto termo (reconhecimento internacional). Cumpre sermos pragmaticos. Passinho a passinho. Todo chegara.
http://news.google...
Constitue-se uma Academia da Língua na Galiza de verdade
http://pglingua.org/index... na sua constituiçao participam o Presidente da Academia de Letras do Brasil o Vice-Presidente da Academia de Ciências de Lisboa e o mais grande lexicólogo actual Português, Malaca Casteleiro, e muitas mais personalidades, é reconhecida polo Instituto de Estudis Catalans e Pola Academia Vasca.
Como vedes por aí fora conhecem bastante bem a realidade galega e que a RAG é de conto
eis a entrevistá do Novas da Galiza ao seu Presidente. Nom pensedes que ele é imbecil ou está de conto, a cousa é a sério
http://www.agal-gz.org/modules...
Será que a denominação «Língua Portuguesa» servirá para...no futuro...melhores objectivos...pragmatismo...etc? Veremos!
Mas que a língua nasceu na Gallaecia é VERDADE!
Mas que a língua se deveria chamar galego (ou galaico)-português também é VERDADE!
Dende cando a cultura ten que ser soamente práctica? De prácticos tamén van os españois cando nos preguntan porque falamos galego cando o español é un idioma universal bla bla bla...
A cultura non ten nada que ver ca rendabilidade, GALEGO!!!!!!!!!!
Julio César Barreto Rocha, filólogo brasileiro así o defende tamén, e cuestión de concienciar, mínimo galego-portugués, pero O SEU NOME É GALEGO!!!! BASTA DE ASOBALLAMENTOS ALLEOS.
#13 Se nom distinguimos entre estrategias a curto termo e objectivos a mais longo termo, vamos dados.
Como apontou Laurinha, umha Academia que, lembremos, oficialmente nom passa de ser umha associaçom sem qualquer apoio nem reconhecimento institucional na Galiza, ja tem, antes de nascer, mais relevancia internacional do que qualquer outra instituiçom linguistica na Galiza. Estamos pois a falar dum logro espectacular.
Tenho confiança em que, andado o tempo e consolidado o papel na Academia nos foros internacionais, o galego da Galiza ha ser tido em conta na galeguia (lusofonia), graças a esta nova Academia.
A vista desdes resultados tam precoces, acho que os promotores da iniciativa estam a demostrar umha grande inteligencia e grandes dotes diplomaticas e organizativas. Tenhamos confiança, estamos em boas maos.
#13
Anti_Lusista,
Não entendeste ou não quiseste entender aquilo que eu queria dizer com "pragmatismo".
Aí vai:
será que, neste momento, convirá (pragmatismo), como diz Sara_Mago (#10)«O nome da academia servira (esta a servir, de facto) melhor aos seus objectivos a curto termo (reconhecimento internacional). Cumpre sermos pragmáticos. Passinho a passinho. Todo chegara.»?
Quanto ao que disseste «O SEU NOME É GALEGO!!!! BASTA DE ASOBALLAMENTOS ALLEOS.», estamos totalmente de acordo. Sou de Braga e sei perfeitamente que a língua se deveria chamar Galego, pois, quando nasceu, ainda ninguém sonhava com a futura existência de um país a que chamariam Portugal (que nasceu na Galiza/Porto+Cale=Portugal). Quero ainda dizer-te que sou dos que acreditam que Portucale significa «porto da Galiza»
Um passo mais no longo caminho da reintegraçom. Mas um moi significativo. Parabéns!
Barreiro, cínico analfabeto, é o principio do fim do teu chiringuito
noraboa aos catro iluminados/as que baixan os pantalóns ao lle quereren chamar á nosa lingua portugués. Manda nabizo. Nova versión do conto do indiano e o angazo.
Alguns isolacionistas tendes um problema que é de psiqiuátrico.
Como quereis reivindicar a paternidade do galego sobre o português se sois os primeiros em renegardes do português???
Por outra parte, exibis um preocupante desconhecimento histórico. O norte de Portugal, o antigo condado portucalense, obviamente falava galego... e português, como na Chaira se fala chairego ou na límia se fala limião.
A questão do nome, obviamente, é algo secundário. Mas alguns preferis a amolar no secundário...
Admitide a unidade da língua, e vereis que não há problemas. E se o galego é português, o português é galego.
E o resto, punhetas mentais vossas, que alguns já o temos bem claro.
Ñeñeñeñeñeñeñe :p
nhenhenhenhe
xa abondo rexeitada está a postura reintegrata, para que, por riba, a que se supón que será a súa voz principal, arrenegue no seu propio nome de GALEGO. así nos vai. en fin...
É que na Galiza tá bem dizer galego, mas nom foram os galegos da Galiza quem espalharam polo mundo (com grande abuso, sim) e normalizaram a lingua (falo do galego, nom do portunhol escrito na ortografia castelhana). Ora, se fala de arrenegar, começe por aqueles que dizem que o nome do pais é o que lhe dam os castelas e nom o nativo. Assim lhes vai ...
«O SEU NOME É GALEGO!!!! BASTA DE ASOBALLAMENTOS ALLEOS.»
Deixem-me ver se ver se eu entendo bem. Afinal aquilo que durante meio milénio se chamou de português que admito é o galego rebaptizado por razões facticas, históricas e geopolíticas, vamos todos passar a chamar galego certo? uma vez que se trata da mesma língua. Ora bem se todos afinal falamos galego logicamente estamos todos em incumprimento gráfico o que é gravíssimo.
Sugiro como medida urgente que o Sr. Xosé Ramón Barreiro se desloque de urgência aos países da Lusofonia e explique a todas as academias nacionais o ledo e cego engano em que estão a incorrer. Mais, uma vez que já avisou pessoalmente a Assembleia da República Portuguesa que é o único representante da Lingua Galega que seja generoso e conceda uns meses à Lusofonia para abjurar todos as convicções pecaminosas que têm professado. Se cumprirem poderão de forma harmoniosa adoptar a norma RAG. Caso não cumpram e se mostrem relapsos então logicamente terá que reportar a Madrid que encontrar as melhores formas de nos livrar colectivamente do caminho do pecado...
Enquanto existirem Galícios (espanholistas) entre Galegos na GALIZA a nossa língua nativa é boicotada.
Temos de lutar pela libertação da Galiza e pelo fim da nossa opressão cultural e liguistica que começou no no fim século XVI quando os castelhanos expulsaram os galegos da administração na Galiza e os substituiram por castelhanos e proibiram a nossa língua materna.
Há um facto indesmentível:
Os galegos quanto mais patriotas são melhor escrevem em galego na norma internacional.
Sabe que o único país em África que tem o Espanhol como língua oficial o vai trocar pelo Português?
É verdade a Guiné Equatorial oficializou recentemente o idima Português e pediu a Portugal, Brasil, Angola, Moçambique, Guiné- Bissau, São Tomé e Principe, Timor , Cabo Verde e Macau que enviassem livros e professores que a Guiné Equatorial paga.
90% da população da Guiné Equatorial já fala o Crioulo Português pelo que não será difícil a substituição pelo espanhol que quase ninguém fala.
O governo quer acelarar o processo para banir o castelhano do território o mais rápido possível. Na transição o castelhano é também língua oficial.
Veja: http://pt.wikipedia.org/wiki/G...
E logo como querem que se chame a Academia Galega da Língua Portuguesa? Querem que se chame "Academia Galega da Língua Galega"?? Para introduzir mais confusão ainda com a Real Academia Galega?
#28 Galeguzo o nome Academia Galega da Língua Portuguesa está certo embora possa incomodar os espanholistas/galícios. Coitados estes nem sabem dizer em galego o nome do país. Têm de recorrer ao castelhano.
O português e galego é o mesmo idioma tanto se pode dizer o galego de Portugal como o português da Galiza.
Lutem pela defesa da nossa língua materna porque neste país ocupado pelos espanholistas/galícios é um acto heroico o que fazem pela recuperação do nosso idioma nativo.
Quem não sabe ou tem dúvidas sobre o nome do seu próprio país pode dar opinião sobre o quê?
O Estado colonizador da Galiza que veja o bom exemplo da China que promove o encontro dos irmãos da fala em vez de gastar milhões dos nossos impostos para os separar com a invensão do "portunhol" da RAG.
http://br.youtube...
Temos de acabar com os galícios e passar só a nascer na GALIZA GALEGOS. Porque enquanto houver galícios os galegos não têm paz nem podem viver como GALEGOS no seu país.
Os galícios já que não querem ser galegos não queiram alterar o modo de vida dos galegos é pedir muito?
Quem não é galego na GALIZA é estrangeiro. Por isso têm de respeitar os nacionais e não coloniza-los. A RAG está cheia de galícios é um organismo Real de Espanha não é da Galiza. É por isso que gasta o dinheiro dos impostos dos galegos a fabricar e tentar vender-nos o dialecto isolacionista, separatista e artificial "portunhol".
Será que tudo isto é com medo que a Galiza se junte a Portugal por falarem o mesmo idioma? Não há nada disso! Só queremos viver como galegos.
El gallego es un dialecto regional. Es sólo para hablar entre gallegos. El español es internacional . Si los gallegos escribieran en portugués el Estado español perdía el control de la situación. En cualquier momento estaban las empresas gallegas a negociar con brasileños y otros países sin control.
El gallego y el portugués eran iguales pero después del gallego estar prohibido 3 siglos los idiomas se quedaron desfasados en el tiempo. Ahora ya es otro.
La RAG tiene que defender los intereses del Estado y no de la Galiza
#33 fora com os galícios/espanholistas. Galiza livre de opressão.
#33
"Si los gallegos escribieran en portugués el Estado español perdía el control de la situación. En cualquier momento estaban las empresas gallegas a negociar con brasileños y otros países sin control."
espanol634, você é moi inteligente. A metade dos galegos ainda nem se decataram da verdade do que ai cima disse ...
"Los gallegos tienen que asumir que fueron asimilados"
Todos? Nom! Há uns poucos que resistem agora e sempre à assimilaçom! E a vida nom é doada para as forças do estado e os seus acólitos (RAG, etc) na Galiza ...
História amigo, leia a história: 700 anos de assimilaçom, 70 de des-assimilaçom. A roda segue a virar ... El-pensa você que o estado espanhol é eterno?
A propósito, nom critique RAG, que está a fazer moi bem o seu labor de defesa dos interesses do estado espanhol.
#33
La cuestión del idioma de Galicia no se reduce la una cuestión literaria. Para España los gallegos pueden tener cómo segunda lengua a continuación al español cualquier idioma o dialecto que no ponga en causa los intereses del Estado Español. Hay un grupo de gallegos que insisten en la reintegración de su idioma histórico. Comprendo que sea romántico bajo el punto de vista cultural. Pero ese idioma es peligroso para el Estado español porque:
Con la recuperación del gallego/portugués en Galicia esta región española me quedaba muy conectada políticamente a los países lusófonos. Aún sin ser un país independiente Galicia pasaba a influenciar la política internacional a través de Brasil, Portugal etc..Hoy quién es el presidente de la Comisión Europea? El portugués Durão Barroso. Con Galicia conectada a los países lusófonos España aún me despertaba con un Galeguista a chefiar Europa y a hacer directivas favorables a Galicia contra España. Brasil es el país con más fuerza política en América Latina y fuerte candidato para brevemente ser miembro permanente del Concelho de Seguridad de las Naciones Unidas. Portugal es miembro fundador de la OTAN. Vean como Portugal sin disparar un tiro ganó la guerra contra la poderosa Indonesia en Timor haciendo este territorio en Estado independiente. Bastó Portugal decir a los E U lo que era el interés portugués.
La propia China afirma que una de sus prioridades es una relación especial con los países lusófonos y mantiene el Portugués como idioma oficial en parte de su territorio. La India sin tener el portugués como lengua oficial mantiene los pueblos de los territorios de la antigua India Portuguesa conectados a la lusofonia. El problema es económico y político, Galicia escribiendo en la norma Gallego/portugués dejaba en la práctica de necesitar de depender de España. La RAG al estar a crear un dialecto assumidamente isolasionista sólo para gallegos que hablen entre sí está a defender el Estado como es su obligación. Los gallegos fueron asimilados aunque las conexiones lingüísticas y hasta de sangre con portugueses sean muchas. Hoy son españoles. Hay quien ponga Galicia al frente de España. Yo pongo España en primer lugar.
No sé adecuar muy bien mi castellano al gallego, pero da para percibir!
#36
Não passa de uma confissão de um espanholista/galício.
Fica-te bem galeguizar algumas palavras mas as tuas ideias são do pior que o colonialismo espanhol representa na Galiza.
A Galiza é reconhecida como Nação IRMÃ e estimada em Portugal.
Anxo Quintana e o Presidente da Republica de Portugal Cavaco Silva
http://br.youtube.com/watch?v=...
Quando será que o Estado espanhol deixa os galegos participarem nos jogos da lusofonia?
Veja o exemplo da China: http://br.youtube...
Discrepo. Aqui não se trata de acabar com ninguém, e nem muito menos se trata de expedir carnés de galeguidade.
Há uma série de gente que defendemos que a estratégia para a sobrevivência do galego passa polo reintegracionismo, e dentro desta corrente há quem pensa que passa pola convergência com o português padrão. Isto último é algo totalmente legítimo e que se realiza, por exemplo, na Flandres (Bélgica) ou no Luxemburgo. É defender o galego como LÍNGUA INTERNACIONAL.
Logo, há outra série de gente que acha que a estratégia passa por ser fiel ao "gallego do pueblo", que vem sendo um galego fortemente castelhanizado, e que partilhando ortografia com o espanhol é mais doado ainda de castelhanizar. É defender o galego como LÍNGUA REGIONAL.
Cada quem é livre de valorizar os prós e contras da sua estratégia, mas aqui não se pode falar de criminalizar ou de ir contra ninguém, e nem muito menos de acabar com ninguém. Merece-me o mesmo desrespeito isso que as declarações de Lidor, Anti_Lusista e outros iluminados.
Um país, dous sistemas (galego/espanhol). A parte galega está já avondo dividida, não introduzamos mais confrontação sem necessidade e aprendamos a trabalhar juntos, respeitando no possível as opiniões do resto. Desde logo haverá pontos em que seja difícil conciliar a visão de uma língua internacional com o de uma língua regional, mas com diálogo e compreensão têm-se realizado empresas mais complicadas.
Quem diz que quem usa o galego RAG concebe a língua como "regional" está cheio de prejuízos.
#40 Ai sim? Pois que eu saiba a RAG nunca defendeu o galego como língua internacional, e o contrário disso é "regional" ('região' tem muitas acepções, talvez o prejuízo seja de quem faz primar uma sobre outra :D).
Espero que teñas razón galego do sul.
#36
Ei carbalheira! Faltába-nos aqui o Tuga imperialista!
"Hay quien ponga Galicia al frente de España. Yo pongo España en primer lugar."
Deixe-me traduzir para o galego. O espanhol634 queria dizer: "Há quem ponha a Galiza á frente de Portugal. Eu ponho Portugal em primeiro lugar"
Olhe, pois sim, eu ponho a Galiza em primeiro lugar, mesmo à frente de Portugal se quadra ... e desculpe o meu galego, mas acho que da para compreender ...
#40
Ora essa!
E logo como percebe você o galego RAG? Como lingua internacional?
Que língua usa a ortografia e decalques da língua oficial internacional no seu territorio regional(CAG)?
Os isolatas dizem que o galego teve um desenvolvimento separado do Galego/português durante os séculos escuros de fins de XVI a fins de XVIII.
Mas pode-se chamar desenvolvimento a:
- Um idioma proibido na Galiza nesse periodo?
- Idioma que deixou de ser escrito?
- Idioma falado só em casa e no mundo rural?
-Idioma que se transmitiu de pessoa a pessoa e de pais para filhos de OUVIDO com todas as deturpações daí resultantes?
- Os galegos obrigados a "hablar" castelhano em vez de falar o seu idioma nativo original da Galiza?.
O que a RAG está a fazer é tentar apagar a nossa cultura original e substituí-la pela castelhana através do dialecto artificial “portunhol”.
Com humor: http://br.youtube.com/watch?v=...
http://br.youtube...
http://br.youtube...
http://br.youtube...
http://br.youtube...
#43
Infelizmente os Tugas desconhecem a situação colonial na Galiza. Não querem saber de nós para nada.
Não sejas divisionista. Para isso já há espanholistas...
Em (2) Amaeo pergunta: «E logo nom era que na(s) nossa(s) normativa(s) os nomes dos meses começavam com maiúsculo? No cartaz dos académicos vejo "outubro". Nom afirmo nada, limito-me a consultar cos usuários umha dúvida que tenho.»
RESP.- Nós seguimos, na grafia, o ACORDO, ratificado neste ano. Há algumas mudanças, como esta dos nomes do meses em minúsculo.