Alumnos de secundaria elixirán o gañador do certame, que nace co mesmo formato que o 'San Clemente' de novela.
Alumnos de cinco institutos galegos elixirán o mellor ensaio do ano no Premio Bento Spinoza. O obxectivo, segundo Ubaldo Rueda, director do Instituto Rosalía de Castro de Santiago, que organiza o premio, é "fomentar a reflexión e o espírito crítico entre as xeracións máis novas". O certame seguirá un esquema semellante ao San Clemente de literatura que tamén se falla cada ano no Rosalía de Castro, e que foi quen de conseguir que autores do nivel de Paul Auster, Antonio Tabucchi, José Saramago, Carlos Fuentes e Vargas Llosa se achegasen até o centro para recollelo. En marzo de 2009 o xaponés Haruki Murakami recollerá o premio que se lle outorgou o pasado ano por Kafka en la orilla.
O galardón vai ter como presidente do Comité Organizador ao investigador e ex reitor da Universidad de Santiago de Compostela, Carlos Pajares. Contra finais de ano o comité seleccionará un máximo de cinco ensaios publicados nese periodo temporal e os alumnos de catro institutos galegos e do Rosalía de Castro fallarán o premio a redor de maio ou xuño.
Era Spinoza galego?
O premio quere, ademais, reclamar a Spinoza como "un dos grandes" da cultura galega, en palabras de Ubaldo Rueda, que engadiu que "con este premio esperamos ver a Ética e outras obras de Spinoza traducidas ao galego e estudadas polos nosos alumnos". Bento Espinosa naceu en Ámsterdam en 1632, nunha familia de xudeos sefardíes emigrantes da península Ibérica, fuxindo da persecución en Portugal. Tivo como primeira lingua o galego-portugués e como segunda o castelán.
O traballo do xesuíta Fidel Fita estima que Miguel de Espinosa, pai do filósofo, naceu en Ourense, onde os Espinosa viñeron ocupando os postos máis importantes dende finais do século XIV, en que, "aumentando as persecucións, comezaron algúns xudeos a realizar a súa conversión, aínda que non coa sinceridade apetecida". O mesmo investigador localiza a casa dos Espinosa na rúa Nova, perto da Praza Maior.
Determinista, monista e base do ateísmo
Así mesmo, o Premio de Ensaio Bento Spinoza aspira a propiciar a "reflexión e o fomento do espírito crítico dos alumnos e, ao tiempo, reivindicar un personaxe inxustamente esquecidos na nosa cultura". Ubaldo Rueda destacou que Spinoza é "o pensador más extraordinario del siglo XVII", moi implicado nos debates da súa época e que foi expulsado dunha forma radical da comunidade xudea por cuestionar a ideoloxía desta comunidade e as bases do sistema político da Europa do momento. Spinoza declárase monista, é dicir, non cre na existencia dun dualismo corpo-alma como Descartes. Tamén é determinista: asegura que o home está determinado por leis universais que o condicionan mediante a lei da preservación da vida. Así, afirma que ser libre é rexirse pola razón fronte á submisión, por exemplo, á relixión.
Parabéns pola inciativa! Grande filósofo o Spinoza, un dos máis importantes e influintes da modernidade (desde na psicanálise, Lacan, até ao marxismo, Althusser) e que segue a gozar de boa saude na actualidade.
Seica tamén firmaba co seu nome en galego: Espinosa.
«En marzo de 2009 o xaponés Haruki Murakami recollerá o premio que se lle outorgou o pasado ano por Kafka en la orilla.»
É que o japonês escreveu esse livro em espanhol?
A traduçom dessa obra para galego leva o título de «Kafka à Beira-Mar». Veja-se:
http://www.portaldaliteratura....
piorno, tes razón. mais do que estou certa é de que o que xulgaron os rapaces foi o texto na súa tradución ao castelán...
E seria parente da ourensana Elena Espinosa? :D
Por certo... "Bento"? "Galego-portugués"? Anda Vieiros a jogar ao reintegracionismo? :D
Segue abaixo um texto censurado e borrado por Vieiros. Vieiros é um dos meios de comunicação na Galiza ocupada por Castela onde há maior liberdade de expressão. Por isso é fácil quantificar a extrema opressão da colonização castelhana. A dependência financeira perante a Junta para divulgação do “portunhol” da RAG como de um produto comercial se tratasse é uma das justificações... mas há outras...
«O assunto mais importante na Galiza no momento é a nossa língua nativa e materna, sem isto estar resolvido nada mais interessa! A recuperação da nossa língua nativa é a base indispensavel para todo o desenvolvimento da Galiza e dos galegos.Não ganho nada por querer reintegrar a minha lingua nativa e materna mas há quem viva de forma parasita por ser isolasionista sabendo que está a matar a Pátria GALEGA. Peço desculpa pelo tamanho do texto mas o assunto é fundamental para todos os galegos e galegas. Será um texto valorado como óptimo para os patriótas e péssimo para os espanholistas.
História do IDIOMA GALEGO
I-Introdução
Temos de diferenciar o que é um idioma nativo de uma língua de adopção.
Por exemplo o Galego é um idioma nativo para Galegos, Portugueses e de todos os Galaico-portugueses espalhados pelo mundo.
O Galego/português é o idioma de adopção de Angolanos, Brasileiros, Moçambicanos, São tomenses, Caboverdianos, Macaenses, Timorenses e Guineenses. É também idioma de adopção sem ser oficial em muitos territórios do mundo em especial no antigo Estado Português da Índia.
Um idioma de adopção é uma língua que já existe criada por um povo diferente sendo depois ensinada e implementada a uma região ou a um país.
Pelo contrário um idioma nativo é criado durante periodos milenários e representa o expoente máximo da cultura e raizes de um povo. É isto que estão a querer roubar-nos.
II-Nascimento do Galego
Quando os romanos chegaram à peninsula Ibérica encontraram um povo com uma origem e dialeto (ainda não era idioma) nativo comum resultado de culturas milenárias descendentes de maioritariamente celtas e ainda lusitani, cónios e gróvios (mais tarde seriam também assimilados visigodos e suevos) em toda a parte ocidental atlântica.
Dividiram este povo administrativamente em duas províncias a Galécia (em latim Gallaecia ou Callaecia) e a Lusitânia (em latim Lusitania).
A Galécia ficava a norte do rio Douro. A cidade mais importante e capital histórica era Bracara Augusta, a actual cidade Portuguesa de Braga.
A Lusitânia era todo o território do actual Portugal a sul do rio Douro, a província da Estremadura Espanhola e parte da província de Salamanca. A cidade mais importante e capital histórica era Ermita Augusta actualmente a cidade de Mérida na Estremadura Espanhola. Os povos destas províncias romanas tinham já um passado comum o seu dialecto já era muito uniformizado e destinguia-se dos restantes povos da peninsula Ibérica devido à sua matris maioritariamente Celta. O Galego teve uma grande evolução a partir do século II com a assimilação do latim vulgar falado pelos romanos incorporando léxicos como: pré-celtas, celtas, basco, germânicos e provençais.
III-O Galego durante o Reino Suevo
O Reino Suevo teve início no ano de 409 e foi a mais antiga estrutura política das regiões que incluia a actual Galiza , Norte e Centro de Portugal depois da queda do domínio romano. Este Reino é o berço do futuro Reino da Galiza não só pelo contributo da consolidação do idioma galego como as fronteiras desde Reino e a caracterizazão humana ser praticamente a mesma do futuro Reino da Galiza e ainda hoje incluindo o norte e centro de Portugal. Foi o primeiro reino que se separou do Império romano e cunhou moeda. Os suevos eram um povo germânico que entrou no noroeste da Península Ibérica mas com pouca população. Rapidamente tomaram o controlo do território devido à grande capacidade de organização, mas com o seu número reduzido não modificaram grandemente a cultura, pelo contrário foram até assimilados. http://pt.wikipedia.org/wiki/R...
As duas palavras conhecidas mais antigas escritas em Galego cunhadas em pedra “ Pai e Filho” atribui-se à época do Reino Suevo.
Os suevos introduziram o catolicismo no ano de 449 nos territórios a norte do rio Tejo ( Galiza, Norte e Centro de Portugal). http://pt.wikipedia.org/wiki/I...
Mais tarde os visigodos ocuparam o Reino Suevo, mas não alteraram nada a nível de população, língua e cultura, mantiveram as dioceses suevas de Tuy, Braga, Orense, Iria, Bretonha, Lugo, Astorga, Viseu, Coimbra, Idanha e Porto.
IV- O idioma Galego subreviveu durante a invasão muçulmana e a reconquista Cristã
Por volta do ano 711 quase toda a Peninsula Ibérica foi invadida e ocupada por árabes.
Para os povos da Galiza ocupada por Castela e da Galiza livre (Portugal) pode dizer-se que a sua história começou com a reconquista cristã e reposição da herança da matriz humana, linguista e territorial do Reino Suevo. A relação com os povos da antiga Lusitânia e Galécia não tem quantitivamente a relação que oficialmente se dá devido às invasões que estes territórios sofreram e deslocações de populações.
No século VIII a Galiza foi uma zona de guerra até que Dom Afonso um chefe asturiano reconquistou toda a Galiza de hoje, Norte e Centro de Portugal aos muçulmanos e foi restabelecido o território, tecido humano e línguistico que tinha existido no Reino Suevo. Nasceu então o Reino da Galiza, praticamente com a mesma caracterização do Reino Suevo. Dom Fernando, rei de Leão e Castela, notabilizou-se consolidando as reconquistas e quando faleceu em 1065 reconheceu as diferentes nacionalidades e repartiu os seus domínios pelos filhos: Sancho ficou com o Reino de Castela, Afonso com o Reino de Leão e Astúrias, e Garcia com o Reino da Galiza (e portanto com o condado de Portugal transformado mais tarde em reino independente por galegos que não queriam depender do rei de Leão e Castela após este ocupar a Galiza). Depois de varias lutas entre os irmãos, morto Sancho e destronado Garcia, Afonso VI de Castela ocupa todos os reinos criados pelo seu pai, tornando-se assim rei de Leão, de Castela e de Galiza. O rei Garcia da Galiza foi transformado em figura decorativa obrigado a prestar vassalagem ao rei castelhano. Muitos galegos opuseram-se e por isso dois terços da Galiza, o condado de Portugal tornou-se independente. A outra parte (Galiza de agora) ficou colonizada por Castela até hoje.
V-O Idioma Galego durante a ocupação mulçumana e depois da independência de Portugal
O idioma galego continuou a ser o usado pelos povos do antigo Reino Suevo, mesmo durante a ocupação muçulmana da Península Ibérica. Uma língua é o resultado de sentimentos e cultura de um povo durante muitos séculos. O primeiro documento escrito que se conhece em Galego é do século IX. Por isso é considerado oficialmente o galego como idioma desta data. Neste documento perante a qualidade da escrita reconhece-se já como um idioma formado e não um simples dialecto. Essa fase já o galego teria passado há vários séculos. Pela qualidade do documento escrito em galego no século IX pensa-se que o idioma já estaria constituído deixando de ser um simples dialecto pelo menos no século VI.
O galego conhecido internacionalmente com este nome, comum à Galiza e a Portugal, teve pelo menos setecentos anos de existência oficial como língua culta e plena, mas as derrotas que os nobres galegos a norte do rio Minho sofreram ao tomar partido pelos bandos perdedores nas guerras pelo poder em finais do séc. XIV e princípios do XV provoca a colonização da nobreza galega e a dominação castelhana, levando à opressão e ao desaparecimento público, oficial, literário e religioso da língua até finais do século XIX. São os chamados "Séculos Escuros". O galego em Portugal, por seu lado, durante este período gozou de protecção e desenvolvimento livre, graças ao facto de Portugal ser na verdade uma Galiza livre e ter sido o único território peninsular que ficou fora do domínio linguístico do castelhano. Durante pelo menos sete séculos teve uso como língua culta, fora dos reinos da Galiza e de Portugal, nos reinos vizinhos de Leão e Castela. Escrevendo em galego, por exemplo, o rei castelhano Afonso X o Sábio, as suas "Cantigas de Santa Maria". A sua importância foi tal que se considera a segunda literatura durante a Idade Média só depois do Occitano. http://pt.wikipedia.org/wiki/L...
Depois da independência de Portugal os portugueses não mudaram de idioma, continuaram a falar galego. Os próprios portugueses durante séculos ainda se consideravam galegos. http://pt.wikipedia.org/wiki/G...
Portugal era dois terços do Reino da Galiza, a idependência nada teve a ver com o querer separar-se do resto da Galiza mas sim o tornar-se independente de Leão e Castelha que tinham ocupado a Galiza. Desde a independência de Portugal até ao ano1300 , nos reinados de D. AfonsoI, D. SanchoI, D. AfonsoII, D.SanchoII e D. Afonso III os portugueses diziam que falavam GALEGO.
http://pinhoada.blogspot.com/2...
Só o Rei D. Dinis sendo poeta e escritor começou a chamar ao idioma GALEGO-PORTUGUÊS ou GALAICO-PORTUGUÊS. O Idioma continuou a ser o mesmo tanto na Galiza ocupada por Castela como na Galiza independente que passou a chamar-se Portugal . http://pt.wikipedia.org/wiki/D...
VI- Séculos escuros tentativa dos Castelhanos extinguirem o idioma galego
Depois de derrotas militares dos galegos com os castelhanos por finais do séc. XIV e princípios do XV assiste-se à colonização da Galiza pelos castelhanos no pior sentido. Os galegos foram oprimidos económicamente e culturalmente, foi extinto o idioma galego pelos castelhanos assiste-se ao desaparecimento público, oficial, literário e religioso da língua nativa.
http://gl.wikipedia.org/wiki/S...
A nobreza galega foi substituída por castelhanos. Os galegos passaram a ser colonizados e os castelhanos a mandar.
http://gl.wikipedia.org/wiki/L...
Com a extinsão oficial do Galego-Português na Galiza não fazia sentido a língua continuar-se a chamar Galego-Português. O idioma passou a partir daí a chamar-se simplesmente PORTUGUÊS.
Com a extinsão oficial do galego na Galiza:
- O idioma deixou de ser escrito.
- Passou a ser falado só em casa.
- Falado maioritariamente pela população menos culta dos campos.
- Passou a ser um idioma de ouvido sujeito às maiores deturpações.
Quando em finais do século XIX altas personalidades galegas querem salvar a língua nativa, ela não está morta mas tem muitas enfermidades resultantes da opressão castelhana durante séculos. Os galegos falam muito mal o seu idioma nativo e materno, está cheio de castelhanices e por não haver escrita muitas das palavras foram deturpadas.
Pelo contrário na Galiza livre ( Portugal) a língua esteve livre de colonização, o galego foi conservado e aprefeiçoado na escrita à oralidade de origem galega/portuguesa. Por isso o IDIOMA GALEGO do SÉCULO XXI é o PORTUGUÊS de HOJE como JÁ o ERA no SÉCULO IX http://www.xornalgalicia...
Em Vieiros: http://www.vieiros.com/blog/am...
VII- A União Europeia obriga o Estado Espanhol a reconhecer as línguas minoritárias
Antes deste direito o galego era proibido. Agora o Estado tenta inventar um dialecto artificial que afaste os galegos dos seus irmãos da fala, negando-nos o direito de recuperar a nossa língua nativa e materna. Estão a fazer um crime cultural e colectivo de nos impor a troca do nosso idioma nativo e materno por um dialecto artificial de adopção da RAG. É o mesmo que obrigar um pai a rejeitar um filho saudável e adoptar um estranho defeituoso. http://br.youtube...
Os galegos têm o direito de receber em canal aberto os canais de televisão portuguesa para ouvirem o seu idioma nativo, original, materno actualizado http://br.youtube...
Os galegos têm o direito de influenciar o desenvolvimento da sua língua nativa e materna: http://br.youtube...
Há políticos galegos que sabem falar galego mas não o defendem http://br.youtube...
Galegos e portugueses têm a mesma origem cultural: http://br.youtube...
A Galiza é uma Nação colonizada . O galego-português na norma internacional é um meio imprescidível para a descolonização da Prátria Galega.
Se no parlamento Europeu oralmente o Português e o Galego são a mesma língua porque será que o Estado espanhol através da RAG quer isolar o galego na norma escrita e não aceita o padrão internacional? E gasta milhões de Euros dos nossos impostos a criar um dialecto padrão isolasionista artificial?
É uma questão política com receio da Galiza ganhar autonomia e força como Nação.
Porque a nossa língua ao contrário do catalão e basco por exemplo tem uma dimensão mundial sendo falada em todos os continentes por quase 300 milhões de pessoas e é oficial em 10 países incluindo a Região Autónoma de Macau na China.
Acresce ainda o facto que sem ser idioma oficial é também a língua materna falada e escrita de milhões de pessoas de territórios em vários continentes, com destaque para a Índia, no antigo Estado Português da Índia ( Goa, Damão, Diu, Dadrá e Nagar-Aveli) que foi português durante 5 séculos.
É também língua oficial das principais organizações mundiais como na União Africana (onde o espanhol não é), no Mercosul e na União Europeia onde oralmente é reconhecido como galego.
O galego e o português foi a mesma língua oficial falada e escrita na Galiza livre (Portugal) e na Galiza ocupada até os castelhanos a terem extinguido oficialmente na Galiza ocupada. Só a reintegração da nossa língua nativa e materna faz acabar com a colonização linguística dos galegos. A RAG tenta impor definitivamente a colonização castelhana da língua e isolar os galegos dos povos que falam a nossa língua nativa e materna. Tudo porque se teme das vantagens económicas e culturais que a Galiza obtém por entrar num mercado de cerca de 300 milhões de pessoas. Por isso todos os galegos e galegas se devem opôr ao dialecto “portuñol” da RAG. Nós temos como língua nativa e materna uma das mais faladas do mundo, não precisamos de a trocar por um dialecto criado artificialmente pela RAG para nos isolar no mundo.
Se na Galiza se continuar a escrever o dialecto “portunhol” da RAG ou o galego-português medieval enfermizado e descaracterizado e deturpado devido aos séculos escuros de opressão, o galego nunca passará de um dialecto regional isolacionista sem qualquer utilidade e por isso morrerá no tempo. Ficará somente a supremacia do idioma colonizador o castelhano. A Galiza continuará uma colónia espanhola desrespeitada até a sua própria identidade pelos e pelas espanholistas "Rosas Díez" por exemplo. http://br.youtube.com/watch?v=...
Esta senhora nunca falou quando o galego foi proibido na Galiza pelos Castelhanos. Fala agora da constituição do ocupante colonizador castelhano para legitimizar o neocolonialismo da Galiza. A Galiza é uma Nação. Que autonomia temos para fazermos uma constituição com a vontade galega e não com a castelhana? As regras do jogo estão viciadas pelos castelhanos. Só queremos viver como galegos.
Na Galiza tem de se falar em primeiro lugar o idioma GALEGO e não “portunhol” da RAG ou castelhano.»
Galeuzo, pode ser que sexa parente da Ministra, anque non sería moi honrosa descendencia do filósfo, quen sabe?
Non sei do común que será o apelido galego Espinosa, pero eu teño uns veciños Espinosa e ademais xudeos.
Creo que as dúas variantes, Bento e Bieto, son aceptadas pola norma da RAG, que foi consensuada por moi ampla maioría contando cos chamados reitegracionsitas de mínimos, que é a que emprega vieiros e os que teñen gañas e comprenden a necesidade de loitar unidos, estean máis ou menos dacordo na cuestión ortográfica, pola noso idioma.