Alexandre Banhos, presidente da AGAL, e Ângelo Cristóvão, presidente da Associação Pró-Academia Galega da Língua Portuguesa, falaron en nome das entidades lusófonas do noso país.
Segundo contan dende a web da Associaçom Galega da Língua (AGAL), esta segunda feira 7 de abril foi un dia histórico non só para a Galiza lusófona, senón tamén para a lingua galega, posto que na Conferencia Internacional Parlamentar sobre o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, organizada pola Comissão de Ética, Sociedade e Cultura da Assembleia da República, participaron dous galegos: Alexandre Banhos, presidente desta asociación, e Ângelo Cristóvão, presidente da Associação Pró-Academia Galega da Língua Portuguesa.
Ámbolos dous interviron na conferencia en representación das organizacións da Galiza lusófona; a mesma AGAL (Associaçom Galega da Língua); a Associação de Amizade Galiza-Portugal (AAG-P); a Associação Pró Academia Galega da Língua Portuguesa; a Associação Sócio-pedagógica Galaico-Portuguesa (ASPG-P); e o Movimento de Defesa da Língua (MDL).
A unidade do movemento reintegracionista demostrouse en Portugal
Despois de se pechar a sesión, chegou a quenda dos galegos, comezando por Banhos, quen se amosou satisfeito por poder falar na Assembleia da República portuguesa, feito que el vía como un recoñecemento oficial do carácter lusófono de Galiza. Pódese consultar enteiro o comunicado que por el foi lido, na web da AGAL en pdf.
Despois chegou a quenda de Cristóvão, quen falou da unidade demostrada polo movemento reintegracionista, creada grazas ao esforzo das entidades, que aínda han dar "novos froitos", e leu un comunicado sobre a posición das entidades reintegracionistas sobre o papel da futura Academia Galega da Língua Portuguesa (AGLP) (Vídeo da súa intervención no YouTube).
Raio! A notícia tava qui!!!!
Non deixa de ser un señor con acento español, ou sexa, que non fala con fonética galega agás certo seseo indeterminado e unhas terminasõs bastante forzadas. Doe que os portugueses non poidan escoitar no seu verdadeiro xenio a música da nosa lingua. Para outra vez manden un galegofalante.
#2 Banhos e Cristóvão (que não Cristovão) são perfeitos galego-falantes. Se calhar preferias que foram Touriño e Quintana a falar dos seus "ciudadanos e ciudadanas" :-p
Por certo, Lidor, dizem por aí que mais fala quem mais tem de calar :D
Xa estamos. Eu morei en Portugal, en Tras-os-Montes, e, por sorte, vou voltar traballar aló. Non comecedes coa lea de sempre. Non é mellor ficar baixo o xugo lisboeta que baixo o castelán. Fora xugos. Por descontado que pertencemos á lusofonía, pero... sabedes o que sinto cando meus amigos trasmontanos dicen non falar ben o portugués? non vos lembra nada ese tipo de ditos? e o mirandés? Moito ollo co centralismo lisboeta, está a matar a diversidade da lingua portuguesa. Lusofonía si, lisboetafonía non.
Galeguzo 2 mensaxes, Lidor, 1. Quen máis fala ten que calar? Naturalmente estou de acordo neste punto con Lidor, faltoulle naturalidade e puido medio-convencer a algúns portugueses reticentes da semellanza das linguas, pero, de se enterar, convencerá a algúns galegos lusistas de mínimos de que son idiomas diferentes cando un galego acode acomplexado tentando imitar un acento alleo. Bonito paradoxal renunciar ao idioma para facelo máis forte.
A pronúncia não diferencia línguas!
Ai, que caralho de gente.
Pois é: Isto é o escaralhe !
Venhem queixar-se e a falar em "acentos" aqueles que forom representados ao Parlamento europeu e a outros foros por dous tipos que tenhem sotaque andaluz ...
Qual é o "verdadeiro xenio e a música da nosa lingua"? A do Tourinho, ou a do Quintana ???
E teñen esa pronuncia a diario?
Quem? O Tourinho e o Quintana?
Penso que sim .
Mas eu pergunto. A AGAL, de se aprobar o acordo ortográfico, mudará a sua própria norma pela comum a toda a lusofonia?. De não ser assim, com as novas mudanças, a norma AGAL ficará ainda mais afastada da norma padrão. A olhos vistos do resto da lusofonia a norma AGAL será uma norma extravagante.
touriño: castelánfalante a tentar falar galego con acento andaluz
banhos: castelánfalante a tentar falar galego con sotaque lisboeta
Mimá!! que país...
(por certo o Ângelo fala mellor, moito mellor)
moi interesante a questom/questão de Caotinha
Muito bom, já era hora de que o "regeneracionismo" linguístico tivesse audiência...
Avante na defesa do nosso idioma e mais agora que o PP está no monte, em cruzada contra dele, contra do nosso idioma!!
http://lacomunidad.elpais.com/...
#5 Tu o dizes. Já estamos. "Lusofonia" não é unidade fonética, é unidade ortográfica. Ortografia que é tão importante exactamente por isso, porque deve de acolher todas as fonéticas. Non / Nom / Não. Sempre o digo da mesma forma. O caso é qual é a melhor forma (mais util) de represtentar na escrita.
Eu sou da Galiza oriental e o galego santiaguês está também a matar a minha diversidade. Para empezar há quem diz que o galego não tem vogais nasais. Nos distinguimos MÃES / MAIS ou PÕES / POIS ("e" fica num "i") não por nasalidade, senão por obra do espírito santo. E também dizemos "irmáu". Ha, ha, ha,... que pouco ouvido estes santiagueses !!!. E ainda temos um "u" nasal. O léxico daria para separarnos e dizer que somos outra lingua. Também os meus vizinhos dizem não falar bem o galego, .... mas é parte do problema. Não reconhecer as variedades, e confundir ortografia e fala. Disso os isolacionistas sabem muito.
Se queres ver o jugo, eu não te darei convencido do contrário, mas falando de jugos, lisboeta e castelhano (falamos de língua, não de estados), são sistemas linguisticos diferentes, galego-lisboeta, galego-minhoto, galego-brasileiro, não. Como tampouco madrilenho-andaluz, nem madrilenho-argentino. Tu e muitos estais a confundir Galiza (independente / espanhola / portuguesa ) com o idioma da Galiza (galego-português / galego-castelhano).
Os tourinheses (não vos ouvimos falar, mas por a ortografia imaginamos...) estais a criticar a fonética forçada (evidentemente) de duas pessoas que estão a falar ante um público não afeito ao sotaque galego, e que pretendem ter um gesto de cortesia, respeito e afecto numa instituição (alheia) à que foram invitados. Se quereis ver nisso complexos e submissão...
Haveria que ouvir-vos a vós na Assambleia da República falando para Portugal, Brasil, Angola, Caboverde,...
Escrever galego na norma internacional é salvar a nossa língua. Porquê?
1- A Galiza era uma Nação desde extremo norte da actual Galiza para sul até ao rio Tejo. A língua culta e oficial era o Galego em todo o território sendo estável mais de SETE SÉCULOS até à colonização castelhana.
2- A Galiza estava ocupada pelo reino de Leão.
3- Vários fidalgos galegos tentaram libertar a Galiza sem o conseguir.
4- Até que um grupo de galegos Chefiados pelo galego D. AFONSO HENRIQUES se revoltou contra o reino de Leão e declarou a independência de todas as terras da Galiza a sul do rio Minho com a excepção de São Félix dos Galegos (província de Salamanca) e parte da Extremadura espanhola lindeira a Cáceres. Com a constituição do reino de Portugal os galegos da parte da Extremadura e os de São Félix dos Galegos ficaram isolados até hoje.
5- O reino de Portugal não foi por se tornar independente que mudou os seus habitantes e idioma. Continuaram a falar a sua língua materna o GALEGO. Este galego foi expandido por todo o mundo devido a Portugal dominar durante séculos todo o comércio internacional da costa ocidental e oriental de África, Índia , Ásia até ao Japão.
6- Enquanto o Galego ganhava prestígio internacional através dos portugueses era esmagado na Galiza que entretanto ficou sobre o domínio Castelhano. Foram os “Séculos os Escuros” em que os Castelhanos humilharam os galegos, religiosamente, literalmente e materialmente. Foram séculos de escravidão castelhana. Os piores trabalhos estavam destinados aos nossos pais galegos.
7- Enquanto os galegos do sul que entretanto passaram-se a chamar de portugueses conservaram a nossa língua a sul do rio Minho e nas terras que reconquistaram aos mouros. Pelo contrário a norte do rio Minho ficamos colonizados, privados de evolução linguística, impuseram-nos o analfabetismo como regra . Tornaram o idioma galego enfermo com a mistura de palavras castelhanas.
8- Então o nosso idioma galego embora enfermo sobreviveu heroicamente principalmente nos meios rurais da Galiza mas sem apoio escolar.
9- É por isso que hoje existem várias ortografias na Galiza resultado da falta de escolaridade e da influência negativa do colonizador castelhano.
10- Pelo contrário a sul do rio Minho preservou-se a nossa língua galega original sem as enfermidades castelhanas e foi-se actualizando naturalmente protegida da colonização. Por isso é fundamental que as Figuras Galegas deixem de falar e escrever o politicamente correcto e passem a escrever na norma internacional do galego e não na da RAG que só serve para destruir a cultura galega.
Sou Galego tenho 48 anos e decidi escrever sempre em galego do século XXI. Na norma internacional adoptada por mais de 250 milhões de falantes nativos no Brasil, África, Ásia , Europa e Oceânia . Norma oficial na União Europeia; Mercosul e União Africana. Nós galegos temos uma grande vantagem sobre as línguas minoritárias catalã e basca. Temos o terceiro idioma mais falado no mundo ocidental.
Vamos todos recuperar o tempo perdido nos humilhantes séculos escuros eliminemos a castelhanização da nossa língua escrevendo puro galego na norma internacional actual.
Temos o privilégio dos nossos irmãos galegos do sul terem preservado o nosso idioma e expandido por todos os continentes do mundo.
Se todos começarmos a escrever na normativa internacional não há RAG que resista com NEOCOLONIALISMO.
MinhoGalego
"A Galiza era uma Nação desde extremo norte da actual Galiza para sul até ao rio Tejo" Érro gravisimo, cando Portus-Calem (Portugal) se separaou de nós, non o reves, como máximo traspasaban un pouco o Douro, non o Texo.
E outra cuestión, eles sempre falaron de portugués, non de galego, algo que hoxe en día non queren recoñecer, polo centralismo e nacionalismo exacervado lisboeta (unha especie de Madrid a menor escala). Xa non me meto no da Extremadura e Salamanca, porque non sei de onde sacaches iso, se facilitas o lugar de onde o sacaches saeríamos gañando todos.
Eu estaría a favor desa posible unión, mais este país tense que recoñecer coma a orixe da nosa lingua común, o galego/portugés. A separación é política, póde ser, pero a nosa pronuncia non é a que amosa o "erudito" de Agal.
As asociacións lusistas, non deixan de seren marxinais, por contra A Mesa pola Normalización, por exemplo, ten mais membros que todas as asociación lusófonas deste país xuntas.
(o meu apodo, Anti_Lusista, sí, pode ser certamente agresivo para algúns, hoxe en día non elixiría ise, pero amosa o farto que estou dos de Agal, por chamarlle portugués o que falamos eiquí)
Reconhezo que no que atinge ao VERDADEIRO NOME E ORIGEM DA NOSSA LINGUA concordo com "Anti_Lusista" e se calhar deveramos ser mais afoutos ao falar-mos da lingua galega e/ou da lingua galego-portuguesa como nada em Galiza. O "lusitanismo" e umha deformazom grotesca da Historia. Nem a Lusitania (a capital historica e a aactual Merida em Espanha) tem que ver na origem do actual Portugal nem moito menos na origem da lingua galego-portuguessa na antiga (e presente) Galecia romana (a capital historica e a actual Braga). Trata-se tambem dum acto afirmativo de Galiza como berce dessa lingua universal e o reconhecemento e o desagravio historico que merece. A invisibilidade de Galiza na Historia europea e peninsular exige um caminhar asisado e da mao das outras nazons que compartilham a lingua nada na Gallaecia e expandida polo mundo pola parte dessa sul dessa velha e milenaria nazom. A influencia mozarabe na Estremadura e no Alentejo contribuiu mais ao devir historico do Portugal moderno (e ja que logo da lingua galega espalhada cara o Sul) que o que puidera ficar de influencia da velha Lusitania romana
O inimigo está no Leste -e entre nós- não no Sul.
Os galegos falam o nosso idioma na assembleia portuguesa e não podem faze-lo na espanhola.
#20 Galeguia.
http://diariodigital.sapo...
Algúns portugueses do norte non aceptan o centralismo lisboeta:
http://www.geocities.com/mobim...
Si ao achegamento entre o galego e o portugués, pero non á renuncia de recoñecer que somos o berce do galego-portugués.
O da galeguia tamén na páxina da AGAL:
http://www.agal-gz.org/modules...
Alexandre Banhos não é castelhano-falante, Lavesedo. Deverias lavar as orelhas e aguçares o ouvido :-s
E por certo, dais pena os isolatas radicais que ante um facto histórico como este só tendes como argumento a "fonética forçada". Claro, como a vossa realmente é espontânea e natural, logicamente em Portugal sempre vos falarão em castelhano. Nunca um português me falou castelhano em Portugal, mas é claro que nunca falei em Portugal "ceceando" à espanhola.
O "sesseio" é tão forçado como quando alguém do ILG ou da RAG se intenta acomodar às regras de uma norma que não utiliza a diário, nem mais nem menos. Mas sabeis qual é a diferença? Que ao menos a AGAL tem definido um padrão fonético, cousa que a RAG e o ILG ainda não fixaram. Bom, sim, começam a esboçá-lo, mas para aceitar fonemas espanhóis como [ɟ] (o "y" espanhol) ou [θ] (o "c" ou "z" do castelhano).
Galeguzo, as tuas respostas son inadecuadas e estúpidas, non sabes contestar reafirmándote nos teus argumentos sen insultar a ninguén?
NOn me extraña q teñades tan pouca xente a voso favor, tedes a imaxe de serdes uns desleixados medio-psicópatas, e gañades esa fama dia a dia.
Que dous galegos falem no Parlamento de Lisboa e marquem a presença galega no conjunto da Comunidade de países que falam a nossa língua devia ser um facto que nos alegrasse a todos. Porém, pessoas como o lavesedo (#12) e Anti-lusista (#18) -elucidativa alcunha- tentam minimizar tal acontecimento, sem dúvida, histórico.
O Alexandre Banhos é umha personalidade pública de reconhecido compromisso com a normalizaçom e unidade da língua, e, portanto, também de prática monolíngue, obviamente galega. Chamá-lo de «castelánfalante» (curiosa palavra), como fai lavesedo em #12 é difamar.
Lave-se, Edo!
;)
A cousa não é apenas quem estava lá num momento fulcral na história da língua portuguesa que há ter consequências na Lusofonia. Na Assembleia da república Portuguesa em reunião a tratar um assunto internacional com rango de Estado. Não havia apenas duas pessoas que participaram (é isto é um feito histórico e transcendente) quanto um grupo significativo do melhor que hoje têm os colectivos reintegracionistas sentado nos ilustres cadeirões por perto.
Lá falaram as Entidades Lusófonas Galegas (Associaçom Galega da Língua (AGAL), Associação de Amizade Galiza-Portugal (AAG-P), Associação Pró Academia Galega da Língua Portuguesa, Associação Sócio-pedagógica Galaico-portuguesa (ASPG-P) Movimento Defesa da Língua (MDL)) pela boca de Alexandre Banhos e Ângelo Cristóvão, mas
a delegação galega eram também o Vice-Presidente da AGAL, Isaac A. Estraviz, membro da Comissom Lingüística dessa entidade e da Comissão para a participação da Galiza no Acordo Ortográfico, entidade participante no Acordo; Margarida Martins e Manuela Ribeira, integrantes do Conselho da AGAL; a porta-voz do MDL, Teresa Carro; a membro da AGAL e Vice-presidenta da Pró-AGLP, Concha Rousia; António Gil Hernández, também da AGAL e Xavier Vilar Trilho, também em representação da Associção Pró-Academia Galega da Língua Portuguesa e da Associação Amizade Galiza-Portugal."
http://mdl-galiza.org/content/...
Mas, lá não estava ninguém participando a representar nem a Xunta (presidência, politica linguística, educação e cultura, relações institucionais...), nem as universidades, nem o Consello da cultura, nem a RAG, nem o Observatório da lusofonia, nem o BNG, nem a CIGA-educação, nem a ASPG, nem a AELG, nem nenhum escritor, político ou inteletual galego reconhecido dos que saem na grande imprensa...
Por isso os primeiros contam e os outros já não contam para muitos de nós. Chegou a nossa paciência. Porque os que tinham que fazer não fizeram, nem fazem nunca nada quando deveram e deveriam, apenas malbaratar dinheiros e produzir fumo. E nos obrigam a nós aos humildes, aos técnicos, aos que deveriamos estar nas bases, como sempre foi na história da Galiza, a fazer.
Daquela non vos camufledes ceceando e usando as consoantes xordas da fala que considerades pailana.
Cristóvão falou ben, a súa pronuncia é galega (máis ou menos adaptada á portuguesa do Sur) pero sobretodo é regular, e ten un modelo galego.
O Banhos este non fixo nada máis que mudar de modelo de oralidade e dubidar continuamente, unhas veces ceceaba... outras seseaba... unhas veces pronunciava "-om"... outras o ditongo nasal...
Para non falar do que é ver un home sentado nunha cadeira bem vestido e falando cunha cadencia seria (Cristóvão) ou un fulaniño con esa camisa mal posta e duas follas nunha man mentres aguanta un micro (dos de estar sentado) coa outra, ali de pé; o único con esa pinta e esas formas na Assembleia da República Portuguesa.
Se a imaxe dos galegos en Lisboa é a do Banhos este... triste imaxe!
Ah! E non se pode negar que calquer representatividade internacional é importante... pero non esquezan vostedes que nos noventa houbo xa reintegracionistas presentes no acordo, que o triunfalismo en certas boquiñas grandilocuentes foi similar... e que nada cambiou para a lingua galega.
Alégrense, pero sexan nenos orgullosos.
Creio que vos está a passar ao lado o que neste acto foi mais transcendente;Houve por parte dos estados pertencentes à CPLP, não só por parte do estado português, um reconhecimento explícito da Galiza como parte integrante dos países que têm como língua o português, melhor, dos países que se expressam em galego-português. Também me parece que se continua a confundir o que estava em causa, ou seja, uma ORTOGRAFIA comum, com uma suposta uniformização fonética, o que é um disparate!
Considero também fantástica a dinâmica da sociedade civil que, conseguiu ultrapassar a inércia e o possibilismo do poder político.
Parabéns ao Alexandre Banhos, ao Ângelo Cristóvão, ao Martinho Sentalha, a Issac Estraviz e a todos os companheiros que continuam a lutar por uma língua viável e com futuro.
Bem hajam!
Concordo com Morcego. Foi um acto realmente transcendente e cheio de dignidade: a projecçom e reconhecimento internacional do galego dentro da lusofonia.
Pouco importa as resistências de alguns em acreditar o óbvio (só lembrar a emoçom de Cantos na Maré dirigido pola Uxía...) e a influência diglossica na fonética tam habitual en contextos de colonizaçom.
Parabéns aos comnpanheiros!
Tino, eu não vejo ter insultado a ninguém (a não ser que te identifiques como isolata radical), assim que modera a tua linguagem.
Por certo, que a tua visão dos reintegracionistas está bem longe da que tem a maior parte da gente que sai dos seus guetos linguísticos e tem amizade com gente reintegracionista (mesmo sem partilhar a sua visão da língua).
Algum dia, e espero que não seja tarde, pode que vos venha o sentido e percebais que os inimigos do galego não somos os reintegracionistas, entre outros motivos porque o galeguismo/nacionalismo galego sempre foi de algum jeito reintegracionista... até há 30 anos.
Fala um tal "Lidor" em que nom nos "camuflemos" "ceceando e usando as consoantes xordas da fala que considerades pailana".
Mande ??? Eu nom me tenho que camuflar de nada : A MINHA FALA É SESSEANTE (E AINDA COM GHEADA: A FALA NORMAL DAS RIAS BAIXAS), TRAÇO BEM ESTENDIDO NUMERICAMENTE ENTRE O CONJUNTO DA POPULAÇOM AINDA GALEGO-FALANTE DA GALIZA E QUE NO ENTANTO É SISTEMATICAMENTE RIDICULIZADA (TONECHOS), MENOSPREZADA E TRATADA DE RURALIZANTE E PAILANA EM TODOS OS MEIOS "DE COMUNICACIÓN" AUTO-ANÉMICOS ... !!!
ENTOM: QUEM CARALHO É O QUE ESTÁ A "CAMUFLAR" AS FALAS GALEGAS ????!!!!
Atribuir a a Banhos e, muito mais a Àngelo, um sotaque espanhol é umha mostra de surdez lingüística, um desconhecimento de como falam os diferentes utentes da nossa língua ou, muitas vezes, umha simples vileza. Aliás, considerar que nom falam como o fam habitualmente demonstra ou bem nom os conhecer ou simplesmente mentir com descaro. Usem-se argumentos para combater o reintegracionismo se se quiger, mas nom se minta nem se engane as pessoas.
Foi um feito histórico a intervençom.
aguardemos que seja um antes e um depois nas relações com a Lusofonia
Parabens Alexandre e agálicos todas e todos, e os reintegracionistas que a isto colaborastedes por nos dar esta alegria
Laurinha
Parabéns à Galiza do futuro polo trabalho dos e das reintegracionistas.
Nom podemos perder citas como esta; continuarmos a tecer laços com o mundo lusófono.
Avante a nossa língua universal! (avante também se for local ou, ainda, nas suas múltiplas versons locais)
Tanto faz, Foz, que por desgraça na Galiza é-che bem frequente falar desde o (auto-)ódio e do desconhecimento dos temas e, ainda pior, desde o ódio e do desconhecimento às pessoas.
Excelente notícia!
Este foi um dia histórico para a nossa língua, e poderíamo-nos sentir bem felizes todos os que usamos,defendemos, e amamos o galego.
Seguramente havera algum isolacionista radical que se esteja revoltando no seu asento, pois sabes o que?
-HAI QUE ROE-LO!!
Também é curioso que um orador se poida exprimir perfeitamente em galego no Parlamento Europeu e mais na Assembléia da República portuguesa e não o poida fazer no Parlamento espanhol, por algo sera!
Podemos falar do que importa, ou podemos andar a falar de "chorraditas" fonéticas; Lidor&co. porque não provais a falar galego com sotaque espanhol no Parlamento espanhol? haver quanto tempo durais? pois isso.
Parabéns para o Ângelo Cristóvão, para o Alexandre Banhos, para toda a DELEGAÇÃO galega, e parabéns para a Galiza TODA!!
HÁ QUE ROE-L@S!!!!!
Nem boinas nem birretes, POVO GALEGO A FALAR NA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA !!
E as barbas a remolho.
A min alegroume ver galegos alí. O Sr. Banhos tén un galego bastante urbanita, o Sr. Cristóvao un galego a medio camiño do portugués (sonoras ás veces, ditongos ao), máis no galego tamén cabemos todos :). Gostei sobre todo do discurso do Sr. Crisóvao, menos divagante e máis incisivo nas consecuencias do acordo e necesidades. Sentinme cómodo ouvindo o Sr. Cristóvao, nun galegoportugués como se fose de Padrenda e Baixa Limia, ás veces da terra de Xallas, outras do Vila Verde miñoto. Alegreime de ver paisanos alí pero non comparto as actitudes positivas frente ao Acordo. Non vexo que a AGAL vaia modificar a ortografía dos grupos cultos (aí falou ben o Sr. Cristóvao) por tanto, de nada serve á Galiza este acordo. Por outro lado introduce máis dificultades para os galegos, ao eliminar o trema ou diérese, aumentando as posibilidades de confusión: arguir/argüir, questón/qüestón (sic), tranqüilo/tranquilo..etc, etc. Segue a haber duplas grafías inexplicábeis: úmido/húmido, nomes bíblicos, algúns grupos cultos (facto/fato)..paréceme un Acordo con resultados maos e inapropiados para o galego.
Não percebo que quere alguém dizer com que a gente não se orgulhe disto que fez, que fez bem e com alto sentido patriótico, e gastando do seu peto.
Ofende-se por fazer cousas que outros não fazem? "Descantá"
Há lugares e registos, algum dia haverá um padrão ou vários de oralidade galega, mas até agora nem houve nem as autoridades responsáveis (que para isso as pagávamos) nos forneceram com um.
Continuamos analfabetos, privados de modelo e de língua e se nos obriga a passar e lembra a vergonha que sujeitou a gerações de galegos.
Pois bem. Eu orgulho-me não da minha pronuncia nem língua de farrapos herdada. Orgulho-me da consciência da minha analfabetização, sei bem que significa.
Por isso aguardo que as vindouras gerações possam ter uma digna alfabetização. E se terão vai ser precisamente pelo trabalho imperfeito e modelo remendado de muita desta gente que tem que fazer o que os que tinham não fazem.
Saúde,
Ernesto
Por muito que alguns queiram menosprezar, este feito das «Entidades lusófonas da Galiza" foi de facto histórico. Histórico por terem sido convidados a participar, num conferência de esclarecimento para deputados portugueses, que brevemente se terão de se pronunciar sobre o segundo protocolo modificativo do Acordo Ortográfico. Histórico por terem podido falar na sua língua (mais ou menos adaptada ;)) e livremente, no parlamento português. Histórico por ser a sociedade civil a ter o papel de vanguarda na aproximação inevitável ao mundo que partilha a nossa língua comum. Histórico porque com este feito, foram abertas novas portas não só às «Entidades lusófonas da Galiza", como também e principalmente à Galiza. Bem-hajam todos e todas!
P.S.: Foi com muito agrado que li acima comentários de companheir@s galeg@s a esta notícia, que apesar terem utilizado a norma ILG-RAG, manifestaram o seu agrado pelo acontecido, traduzindo assim o crescente sentimento na sociedade galega, de pertença ao grupo de países que se exprimem em galego-português.
Ninguén dubida nin critica a importancia de o galego estar presente neste acto da Lusofonía, aínda que non sexa máis que unha parte dos seus utentes, os que escollen as normas AGAL ou o padrão português os que alí nos representaron a todos. Ninguén que defenda e goste do seu idioma fai isto.
O que si tedes que entender os defensores destas opcións ortográficas é que o Banhos está a falar PORTUÑOL e non bo galego. E repito: non é o caso do Cristóvão, gran falante do noso idioma. É unha mágoa, un erro gravísimo que nos represente na Asembleia da República, a falar sobre a lingua, unha persoa que tatexou, vacilou e non fala ben o galego. Se mirardes e criticardes a fonética horrenda do Touriño e o Quintana, a súa castrapización do idioma, non é coherente non asumirdes as eivas deste home, ao que ninguén lle discute compromiso co idioma nin que sexa monolingüe, -ben, seica debe haber aquí algún que o acompaña até no leito-, mais que non fala con corrección. Non é cuestión de pechalo nunha gaiola por herexe, simplesmente debeu falar outra persoa, máis nada. Agora, os que non o mirades, os que defendes que fala moi ben o galego, tedes un problema, meus.
Tamén no mundo do lusismo hai oco para a auto-crítica, non si? Ou só collen as declaracións trunfalistas ou os salaios tipo "probinho, ele fai o que poder"????
Pois eu fiquei felicíssimo e superorgulhoso de ouvir o nosso falar numa Assembeleia nacional, de todo um país!!! E espero que, de uma vez por todas, unamos a ortografia do amplo universo lusófono.
Basta ler todos os blogs galegos para vermos que a representação gráfica do nosso galaico-português é um caos! Muitos estrangeiros dizem que têm a sensação que cada um escreve a sua maneira! Porquê? E o que faz inventar e forçar durante anos a grafia do castelhano na nossa língua (ou melhor, grafia, morfologia, léxico, etc... o castelhano tem sido um vírus na nossa lusofonia).
É o que queremos? Não, mas não é isso o que têm conseguido os defensores do castelhano: dividir, enfraquecer e vencer... E estão a consegui-lo a largos e nós, ingenuamente e alheios, deixando que o consigam!
Adoptar a ortografia usada no universo lusófono é boa saída e um ponto de referência para qualquer escritor da nossa língua. Mas porquê tanto medo em assumir que somos lusófonos e ainda mais em escrever como os milhares de irmão lusófonos que temos da América à Ásia?
Ao adoptarmos esta mesma grafia que uso não estou a copiar a grafia de Portugal, mas sim a grafia do mundo lusófono. Esta grafia não representa nenhum português em específico, porque, contrariamente ao castelhano que tem uma escrita fonética, esta forma de escrever está longe de ser a representação fiel do que se fala em Lisboa ou no resto de Portugal (para mal de muitos estrangeiros, que dizem que "em português fala-se de uma forma e escreve-se doutra", ou senão, escreveriam, para começar 'purtuguêx')! "Têm" é pronunciado no português padrão de Portugal 'tãiãi', no Brasil 'tẽiẽi', nós (e nalgumas partes de Portugal) 'tenhẽ' e para todos há uma representação comum "têm" (que não é de ninguém e é de todos)!!!
O Português falada nas regiões autónomas da Madeira e dos Açores (especialemnte em São Miguel) apresenta maiores particularidades linguísticas em relação ao português padrão que o galego. Há mais probabilidades de que um português entenda uma galego do que uma pessoa natural de São Miguel (que quando são entrevistados nas notícias põem subtítulos para se entender o que dizem)... mas a escrita continua a ser a mesma, sem problemas. Os madeirenses, só para dar um ínfimo exemplo, dizem como nós 'versons', mas escrevem 'versões sem qualquer problema... Escreve-se "versões", mas em Portugal continental pronuncia-se "versõis", nas ilhas atlânticas e nós "versõs", etc., etc. Ao menos sabemos que "ões" é uma forma instituida pela comunidade lusófona para representar a articulação de diferentes sons... Mil vezes isto que forçar no galego um 'versión' que vem de uma língua alheia à nossa que é o castelhano.
A língua é a língua e a escrita é uma convenção, uma ferramenta a que lhe podemos dar o valor institucional que quisermos (há língua que existem sem escrita). Qualquer problemas a partir daqui já é uma questão política e política tem muito a ver com inteteresses persoais e pouco com os gerais...
(peço desculpas por qualquer falha na escrita, mas não fiz revisão) ;)
Lavesedo: o Alexandre Banhos estava a falar como presidente da Agal; não foi chamado a participar por ser o galego que melhor fonética tem.
Dis que é um erro que nos represente um galego "que errou, tatexou..." bem, não che discuto nada disso, mas deveríamos reparar na transcendência do acto e não em pequenos detalhes superficiais.
Quem nos deveria representar segundo ti?
Por poder, mesmo nos poderia representar o Presidente da Comunidade Autónoma falando em castelhano! seria mais óptimo?
Olha que eu concordo. Se o que falou o Banhos , e nas mesmas circunstâncias, o fala o Tourinho seria tremendamente óptimo; mesmo mesmo que fala-se no seu tourinhes particular.
Estas a percever?
um saúdo
Ainda mais, continuando coa política-ficção, que seria preferível o discurso do Ângelo Cristóvão com o seu galego de alta qualidade ou o mesmo discurso no pésimo galego do Quintana?
Esta claro, verdade?
Quem tinha de fazer não fai, e aos que fazem sem ter que fazer criticamo-los por falarem desaxeitadamente!
Eu também não sei por que o Alexandre Banhos se ergueu para falar, e algum detalhe mais; mas é preciso lembrar que estamos a falar de um cidadão como qualquer outro ao que não se lhe pode exigir desenvoltura em actos dessa dimensão. Se a tem parabéns, se não a tem parabéns duplos!
Mas onde é que estavam os nossos representantes com os seus asesores de imagem, com os seus gabinetes de prensa, com os seus carros oficiais, com os seus gastos de representação.... onde??
Tampouco hai que darlle tanta volta, o presidente da AGAL nin sequera representa a todo o reintegracionismo, lévanse a matar entre eles, e o reintegracionismo "enteiro" manifestouse en Santiago hai pouco e non pasaban duns pouquiños centos de persoas.
Na próxima manifestación que vai haber a prol da lingua galega (non da portuguesa) seremos moitos miles.
Os isolacionistas radicais estais doentes. Derivar o fundo da questão ao sotaque do Banhos ou a se a sua roupa era a correcta...
1. Uma delagação galega falou ali, e não representando aos reintegracionistas. Representado a Galiza.
2. Estava quem estava. Explica-o especialmente bem Evasou no #28.
3. A sociedade civil está viva, move-se e vá por diante dos políticos e instituições.
Podeis falar do acordo, das relações Galiza-lusofonia, do papel das instituições galegas, etc, etc,.....
....ou dos cortes de cabelo de Cristóvão e Alexandre.
Así que, amigos de vieiros, redactemos as noticias cun pouco de honestidade e obxectividade, nin Galiza estivo representada na asemblea portuguesa, nin a lingua galega. O que houbo foi a comparecencia do presidente dunha asociación privada.
hoho, há-os que se sentiriam mais representados se tivesse ido Tourito, ahahahaha!!!
A Galiza lá esteve porque houve galegos a defendê-la. Onde há defensores da Galiza, lá está ela, seja na Argentina ou em Lisboa.
Lidor, moito desafortunado.
Acalmem-se e enchamo-nos de orgulho.
#52: e logo se tivesse estado o ILG-RAG estariam a Galiza e mais o galego representados? sim? porque?
qual é a legitimidade democrática destas instituições?
Franco ainda é membro de honra da RAG?
#53:"hoho, há-os que se sentiriam mais representados se tivesse ido Tourito, ahahahaha!!!"
Eu pessoalmente sinto-me imensamente mais representado pelo Ângelo Cristóvão do que pelo Tourinho.
Agora bem a transcendência e a profundidade de que o Presidente da Xunta fale na Assémbleia da República defendendo a unidade linguística galego-portuguesa seria imensamente maior do que a do Alexandre e mais o Ângelo.
Duvidas isso??
Sei que é pouco menos do que imposível, mas o Tourinho, a nível institucional, sim que pode representar a Galiza-Comunidad Autónoma.
Menos troça. Obrigado.
Pois eu acho que está moi ben que os portugueses saiban de nós, que sempre nos ignoran (refírome ó Portugal oficial) a pesares de que moitísimos deles fan parte de asociacións e actos a prol da intensificación das relacións entre a población.
No asunto da lusofonía, desde logo é obvia a importancia de que nos teñan ouvido, de que saiban que temos unha língua lusófona e de que nos interesa a sua -ambas son galegoportugués- para axeitarnos a ela no posible.
Acho que estivo moi ben esa acción pola língoa en Portugal e na Asambleia da República.
Lidor, a que manifestação "reintegracionista" te referes, à do Dia do Orgulho Lusista e Reintegrata XD? Na manifestação pola língua do 18 de Maio haverá, como em TODAS AS MANIFESTAÇÕES DA SOCIEDADE CIVIL GALEGUISTA, vários MILHEIROS de reintegracionistas.
A tua fechação mental impede-te de veres mais alô... deverias pensar porquê motivo há menos reintegracionistas do que isolacionistas... talvez porque desde nenos somos aleccionados em que galego e português são línguas distintas? Se desde a escola se nos ensinara o contrário e nos fora ensinado o padrão português ou o da AGAL, verias como os "uns poucos" seriam os isolacionistas.
O galeguismo sempre foi reintegracionista. Sempre. Outras atitudes são simplesmente salvo-condutos do espanholismo.
Claro que o problema não é só teu: é dos que falades do reintegracionismo alegremente (para criticar, é claro) SEM SABERDES O QUE É O REINTEGRACIONISMO. O inteligente seria falar do que se sabe.
O resto é, simplesmente, pôr-se em evidência, como quando dizes que nos levamos "a matar" entre nós... deverias apagar da tua mente os velhos clichés e achegar-te a alguma reunião entre reintegracionistas, surpreenderias-te do bom humor que predomina sempre.
Menos mal que os isolacionistas radicais cada vez sois menos, e que dentro das pessoas de prática reintegracionista também há pessoas inteligentes com as quais se pode dialogar, mesmo desde o dissenso.
Para definições dos reintegracionistas escuso-me nas que podes dar tu desde o ódio e a ignorância. Prefiro a de Xurxo Souto, pessoa de mente aberta e com muitos amigos reintegracionistas.
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XURXO SOUTO: . Cumpre ser mui generoso, abofé!, para que, por puro amor à língua, assumas que os teus trabalhos científicos ou a tua obra literária vam ficar, por sistema, à margem da vida oficial e da difusom maciça. E acho que umha sociedade, com umha língua ferida, nom pode permitir-se o luxo de renunciar ao esforço, às opiniões, à criatividade da gente que se significa especialmente polo amor e trabalho em prol da língua galega.
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Entrevista completa em: http://agal-gz.org/modules...
No comentário anterior esqueci pôr a pergunta que motiva a resposta de Xurxo Souto.
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Constantinopla: Viajando agora para o reintegracionismo... Dixeste umha vez que os reintegracionistas som “pessoas com um profundo amor pola língua”. Continuas pensando-o ? Por quê motivo?
Xurxo Souto : Sem tentar construir aqui umha épica vitimista-sentimental, vim ao longo dos anos como muitos reintegracionistas, por defenderem com coerência umha postura lingüística, fôrom condenados ao ostracismo. Cumpre ser mui generoso, abofé!, para que, por puro amor à língua, assumas que os teus trabalhos científicos ou a tua obra literária vam ficar, por sistema, à margem da vida oficial e da difusom maciça. E acho que umha sociedade, com umha língua ferida, nom pode permitir-se o luxo de renunciar ao esforço, às opiniões, à criatividade da gente que se significa especialmente polo amor e trabalho em prol da língua galega.
A verdade é que a entrevista é todo um exercício de abertura de mente e de miras para qualquer galego, tanto reintegracionista como isolacionista, e mesmo para muitos castelhano-falantes.
Talvez após lê-la mesmo Lidor apreenda algo de educação e respeito para os seus connacionais.
http://agal-gz.org/modules...
Primeira repercussom política da intervençom galega na Assembleia da República em Lisboa no já histórico 7 de Abril, onde o Presidente da Agal, Alexandre Banhos, fizo mençom expressa da já velha reivindicaçom reintegracionista da recepçõm das rádios e TVs portuguesas na Galiza:
http://www.vieiros.com/nova/65...
Queremos ouvir rádios e televisões na nossa língua, com todos os sotaques e entoações possíveis.
O próximo passo, as rádios e televisões do Brasil! Vamos por elas!
Tes razón, Afonso_ch.
En canto á persoa, podería ter abondado con falar só o Ângelo
Primeiro parabens a todolos galegofalantes,dun e outro lado,pois creo k si e un feito historico pra todos.
E segundo non estou moi o dia nisto da AGAL e RAG,mais na minha umilde opinion creo que cada un deberia expresarse non no que mais lle guste,se non no que mais familiar lle sea.Digo familiar proque eu falo o galego k aprendin dos meus pais,avos,etc.
As miñas desculpas polas faltas pero non sabia se correxir dunha ou doutra maneira :D.
Hom, e como não vamos fazer troça, se os surpresos isolatas que não sabem ser discretos não fazem mais que dizer ridicularias?
Isto foi-lhes muito, ainda estão recuperando o fôlego...
Em #18 diz Anti_Lusista: «... Érro gravisimo, cando Portus-Calem (Portugal) se separaou de nós,...»
COM.- Eu vou velho, mas tu/ti deves de ser velhíssimo... Estiveste então... por que século aconteceu essa separação? Terás daquela 900 ou 1000 anos ou acaso mais. Sem dúvida poderás transmitir-nos o verdadeiro sotaque galego de aqueles tempos...
Em #63 diz norberto:
1.- «Primeiro parabens a todolos galegofalantes,dun e outro lado,pois creo k si e un feito historico pra todos.»
COM.- Penso qie sim, que devemos felicitar-nos todos. Como acima algum diz, o que os galegos, mesmo não institucionais (das instituições espaÑolas), podem fazer sem problemas nem andaços, como é falar EM GALEGO na câmara da soberania nacional (portugalega!), isso (FALAR EM GALEGO) não o podem fazer, nem simbolicamente, na outra câmara da soberania nacional espaÑola. "Leve" diferença.
...
2.- «E segundo non estou moi o dia nisto da AGAL e RAG,mais na minha umilde opinion creo que cada un deberia expresarse non no que mais lle guste,se non no que mais familiar lle sea. Digo familiar proque eu falo o galego k aprendin dos meus pais,avos,etc.»
COM.- E ainda que se estendesse o uso do Português (galego) acordado na Galiza, poderias, poderíamos continuar a falar na maneira familiar de cada um. TEM EM CONTA O SEGUINTE: É ACORDO ORTOGRÁFICO, para ESCREVER unificadamente, não é acordo fonético, para falarmos todos igual e menos ainda para falarmos todos "lisboetês". Compara com o que acontece no castelhano: TODOS OS HISPANÓFONOS ESCREVEM COM AS MESMAS NORMAS ORTOGRAFICAS, mas os sotaques, o léxico, mesmo as construções sintáticas variam bastante de uns lugares a outros da Hispanofonia. Como em diante acontecerá na LUSOFONIA, como já acontece, mesmo como acontece na "galegofonia": Ou é que falam igual os de Lugo e os das Rias Baixas? Mas, observa, a todos os meninos escolarizados obriga-se-lhes a aprender o "galego" das NOMIGa (ILGa-RAGa), que exclui muitas modalidades de Galego.
Por exemplo: "pantalóns" exclui graficamente as pronúncias "pantalós" e "pantalois"; porém, em "pantalões" estão incluídas ou refletidas todas as pronúncias galegas. A assim por diante.
Em #52 Lidor, confuso entre os alhos e os bugalhos, afirma: «Así que, amigos de vieiros, redactemos as noticias cun pouco de honestidade e obxectividade, nin Galiza estivo representada na asemblea portuguesa, nin a lingua galega. O que houbo foi a comparecencia do presidente dunha asociación privada.»
COM.- Na Assembleia da República portuguesa, em Lisboa, falaram o presidente da AGAL também em nome doutras associações reintegracionistas e mesmo em nome de todos os não isoladores. Não falo, com certeza, em nome nem do governo "galego" ou da "Comunidad Autónoma de Galicia", nem em nome da RAGa nem em nome do ILGa nem em nome de nenhum dos partidos assentes na Galiza, todos eles entidades reconhecidas expressamente na legalidade pelo reino de espaÑa. Alexandre Banhos e Ângelo Critóvão apenas falaram e